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domingo, 23 de maio de 2010

final feliz!

Adivinha quem teve um final feliz?!
Bigodinho
curtão a matéria da AUG

Um final feliz para o Bigode

Sabem aquela frase, "Tudo vale a pena se a alma não é pequena?"

Eu pratico ela todo dia, pensando:"Tenho que ao menos tentar". Só que sozinha eu não sou nada, sou uma, sou pouco. Mas com vcs, aí somos todos invencíveis.

E a prova está aqui: Quando recebi o pedido de ajuda da Raquel eu disse: faça o que for preciso, não vai nos faltar ajuda.

Ela, sem dinheiro nem para alimentar os animais que moram naquele inferno do Terminal de Cargas da Fernão Dias, foi lá, pegou o bigode e internou. Ele fez a cirurgia e eu vim pedir ajuda em $ pra vcs.

E agora chega de lero lero que as fotos dizem tudo. Bigode teve alta hoje e sua foto de boa aberta e a outra segurando a bolinha dizem tudo, e duvido que como foi comigo, não arranque um sorriso dos lábios de cada um e traga um alívio imediato no coração.

Obrigada a todos que salvaram a vida do bigode, sem vcs, isso teria sido impossível. A Raquel agradece por toda ajuda e diz que só orando pela saúde de cada um de nós, pode agradecer o que foi feito. E aposto que o bigode agradece tbm e se pudesse daria umas lambidas gostosas na gente com sua boquinha nova! rs

terça-feira, 18 de maio de 2010

o bicho não vai pegar

O Bicho não vai pegar


Você está certa de saber que seu peludo não é o ser mais limpinho do mundo, mas mesmo assim não resiste, beija, dorme e come com ele. Veja o que realmente coloca sua saúde em risco e o que fazer para minimizar o estrago.

  • Jantar a dois
Problema: Você não quer jantar sozinha.Então que mal tem deixar seu cão no colo? "A flora na boca dos bichos é diferente da humana, algumas bactérias podem causar infecção digestiva", alerta o clínico-geral da Unifesp e consultor da Women's Health, Paulo Olzon.

Solução: "O ideal é que os proprietários escovem os dentes deles a cada 24 ou 48 horas", diz o veterinário e proprietário da Luma Clínica Veterinária, Marcos Roselli, de São Paulo.Se não abre mão de mantê-lo no colo, evite que ele lamba ou espirre na comida.

  • Dormindo com o amigo
Problema: Você está sem namorado. sobra espaço na cama e ele treme de frio.Pronto.Sinal verde para o peludo se enfiar sob os lençóis.Se você não é alérgica e cuida da saúde e higiene dele, tudo bem.

Solução: "Escove o animal no mínimo duas vezes por semana.Os banhos também podem ser dados a cada 10 dias.Mantenha vacinas e vermifugações em dia.Assim não há problemas", diz Marcos.Mas tente, pelo menos, mantê-lo sobre o edredom ou lençol.

  • Beijos de amor
Problema: É difícil não apertar, beijar e...receber uma lambia de volta.No pior dos casos, se o animal viver no quintal, você pode pegar uma infecção como a toxoplasmose ou a leptospirose.Geralmente, só terá que enfrentar a cara de nojo de quem estiver por perto.

Solução: Cuide para que ele esteja sempre vermifugado, para você não ser contaminada.O ideal é evitar que ele lamba sua boca, olhos, nariz, ouvidos e feridas na pele, mas o amor às vezes não tem limites.Ah, para quem gosta, as beijocas no focinho não oferecem muitos riscos.

  • Em todos os lugares
Problema: O gato anda por cima dos armários, da louça, da mesa...Se ele veio da rua, as patolas têm microorganismos e sujeira que, se contaminarem sua comida, podem provocar uma bela dor de barriga.

Solução: "Você não anda de sapatos sobre o prato em que vai comer", diz Marcos.Então guarde bem longe do alcance do bichano sua louça, copos e, principalmente, os alimentos. Pode ser chato, mas além de prevenir problemas, você evita que seu convidado engula um tufo de pelos.

  • Pata suja
Problema: Você volta do passeio com o bicho e logo vê aquelas patinhas impressas no tapete.Faz sujeira, mas não chega a ser um risco."É como perguntar se há problema em usar sapato dentro de casa.Normalmente não tem, são bactérias que o organismo já convive há muitos anos e você tem resistência", diz Olzon.

Solução: Se tem mania de limpeza ou, assim como os japoneses, tira o sapato ao chegar em casa, ao voltar do passeio lave as patolas do bichano com água e sabão e seque bem.Mas isso só é necessário se você tem um bebê engatinhando.De toda forma, nem pense em colocar bota ou meia no coitado do animal."Elas impedem a correta transpiração da pele da pata e podem levar a uma dermatite interdigital", afirma Roselli.

Matéria retirada da revista Women's Health/abril 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Adotando parte 2

  • Coleira e guia
    É recomendável que a coleira seja de nylon leve ou de couro, que são materiais mais resistentes. É muito importante que seu cão já tenha coleira e placa de identificação antes de seu primeiro passeio.
  • Placa de identificação
    Você pode escolher o formato que mais lhe agrade, mas o importante é que ela tenha seu nome, seu endereço e telefone.
  • Escova
    Com certeza, o cão pode ser o melhor companheiro de uma criança se ensinarmos ao animal como brincar adequadamente com ela. Escová-lo regularmente também um bom pretexto para que consinta sempre. Use uma escola de cerdas suaves ou um pente de metal de dentes abertos, dependendo do tipo de pelo.
  • Brinquedos
    Compre brinquedos de plástico ou de materiais resistentes e fáceis de lavar. Os brinquedos ocos são muito divertidos e estimulantes para seu cãozinho pois você pode colocar alimentos dentro deles.
  • Alimento e água
    É importante dar a seu cão, desde pequeno, um alimento completo e 100% balanceado. Ofereça as quantidades corretas e não esqueça de disponibilizar água fresca sempre.

HIGIENE

Transforme a hora do banho em um momento super divertido! A frequência do banho depende do tamanho do cão e de sua pelagem. Recomendamos que você consulte um veterinário sobre o intervalo ideal. Procure não dar banhos em excesso. O pelo de seu amigo possui um óleo natural que ajuda a mantê-lo saudável.

Se a limpeza se transformar em uma brincadeira, seu cão sentirá prazer com esta rotina. Aqui vão alguns conselhos:

  • Use preferencialmente água morna e tente não molhar seus ouvidos.
  • Use xampu ou sabão neutro e o enxuge totalmente, retirando todo o resíduo de espuma ou sabão de seu pelo.
  • Não use nenhum produto antipulgas sem antes consultar seu veterinário, já que pode ser tóxico.
  • Depois do banho, seque-o bem, limpe o canal auditivo externo (nunca introduza objetos em seu ouvido) e não use perfumes fortes. Lembre-se de que ele percebe os aromas com uma intensidade muito maior do que você.
  • Escove-o diariamente, pois isso ajuda a eliminar a sujeita e a manter seu pelo brilhante.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Adotando parte 1

INTRODUÇÃO

Obrigado por abrir as portas de seu lar e de seu coração para um cão abandonado. Ao assumir este compromisso, você não só ganhará um grande amigo, mas também salvará uma vida. Temos certeza de que ele retribuirá esta boa ação com lealdade e amor incondicionais.

A experiência de adotar

Adotar um cão é um compromisso a longo prazo que pode durar entre 7 e 10 anos. Por este motivo, apenas a vontade de ter um animal de companhia não é suficiente. Os cães precisam de carinho, exercício, tempo, espaço e dedicação. Além disso, você deverá limpar diariamente seus dejetos e assumir algumas despesas, para mencionar apenas alguns requisitos para manter seu cãozinho em boas condições.

Por que você quer um cachorro? É uma decisão planejada e consentida por toda a família, ou se trata de um impulso momentâneo?

É preciso pensar no tipo de cão adequado para você e sua família, já que as condições variam de acordo com o animal – tranquilo ou inquieto, de pelo curto ou longo, pequeno ou grande. Cuidar dele deve ser uma satisfação tanto para você como para ele.

Cães felizes

Os cães são felizes na maior parte do tempo, vivem apenas o presente e querem expressar toda a sua ternura sempre que possível. No entanto, alguns cães não tiveram a sorte de encontrar um lar carinhoso e acolhedor.

Entendemos que os cães de rua merecem uma segunda chance de experimentar uma vida feliz. Todos sabemos que os cães também sabem demonstrar gratidão.

Graças ao programa PEDIGREE Adotar é tudo de bom ™ , milhares de cães encontraram um lar cheio de amor. O esforço continua e nosso trabalho chegará muito longe, já que ainda há um longo caminho a percorrer para tornar muitos cães felizes.

CINCO CONSELHOS PARA ELE SE SENTIR
EM CASA

  1. Estabeleça com ele uma rotina diária
  2. Escolha um horário específico para que ele durma, coma ou faça exercícios. Se possível, tente seguir este horário diariamente.
  3. Como medida preventiva, programe uma visita ao veterinário durante a primeira semana. Assim você poderá prevenir ou cuidar de um eventual problema de saúde.
  4. Quando apresentar seu cão a pessoas desconhecidas, faça-o gradualmente. Se possível, limite estas ocasiões a não mais de duas pessoas novas por apresentação.
  5. Seu cão precisa cheirar a pessoa antes que ela o acaricie. Por isso, vigie-o até ter certeza de que não se sente com medo ou ameaçado. Sob nenhuma circunstância você deve permitir que alguém o moleste ou brinque de forma inadequada com seu cachorro. Os cães podem reagir de formas diferentes diante de desconhecidos, sobretudo se não entendem suas brincadeiras.
  6. DO QUE SEU CÃO IDEAL PRECISA?

    Do que seu cão ideal precisa?

    Assim como você, seu novo amigo precisa de artigos de uso diário, que se tornarão parte de sua vida. Fazer compras para seu cão é muito divertido. Aqui oferecemos alguns conselhos para que você tome as decisões corretas:

    Seu novo amigo precisará de:

    • Uma cama
      Uma cama forrada com uma pequena almofada lavável é o ideal. Não esqueça de verificar se o tamanho é adequado, já que seu cachorro precisa conseguir se deitar sobre ela.
    • Vasilhas
      Seu cachorro precisa ter sua própria vasilha: uma para a comida e outra para a água fresca. Compre vasilhas de outros materiais além de plástico, já que elas tendem a riscar e são difíceis de limpar.

domingo, 2 de maio de 2010

notícias dos peludos da USP

Aqui vão atualizações dos amiguinhos da USP

Atualização e agradecimentos

Pessoal, a manifestação a favor da permanência do Patinhas Online no projeto de adoção realizado com os cães da USP foi um sucesso. Tivemos cerca de 110 pessoas presentes ao ato pacífico para que a Reitoria da Universidade nos ouvisse. Isso em pleno "horário comercial", quando os voluntários têm que trabalhar, já que não somos desocupados. Imaginem o barulho que podemos fazer e a força que temos para lutar pelos direitos dos nossos peludos.

Sabemos que aqueles que não puderam comparecer estão curiosos para saber o desfecho da situação. Ontem, por força da mobilização dessas pessoas todas, conseguimos ser finalmente ouvidos por alguém que, em tese, faz parte do projeto existente na USP para tratar das questões dos animais abandonados no campus, o Professor José Antonio Visintin, Diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.

Fomos informados a respeito do referido projeto, discutimos qual o papel que a FMVZ teria na questão e, por fim, o mais importante, abrimos um canal de comunicação até então inexistente. Soubemos também que, embora a placa de desativação ainda persista, o canil não será desativado. Infelizmente, o Diretor da Faculdade não pôde nos assegurar a participação do Patinhas Online no projeto (embora tenha dito e repetido diversas vezes que não se opõe e reconhece o trabalho executado hoje pelos voluntários), pois de acordo com ele, a decisão é de toda uma comissão que está cuidando do assunto. Ficou nos devendo então uma resposta por parte da Coordenadoria do Campus.

Conseguimos algumas respostas práticas sobre como seria tal projeto, quem cuidaria da saúde dos cães (FMVZ), quem cuidaria da infra-estrutura (COCESP) e quem cuidaria de todo o dia a dia com os animais e dos trabalhos de adoção e posse responsável (protetores e voluntários) e é nesse ponto que persiste a questão: serão esses "protetores e voluntários" o Projeto Patinhas Online e o Projeto USP-Convive? Não conseguimos essa resposta e nos preocupa que pessoas que não são ligadas à causa assumam isso por motivos que desconhecemos.

Pode parecer pouco o que conseguimos se avaliarmos toda a dedicação que demos a isso, entretanto fica como um voto de confiança. Acreditamos que uma pessoa encarregada de coordenar uma Faculdade conceituada não deixará de cumprir o combinado, que é, basicamente, nos manter informados e endossar nossa participação no projeto. Caso sejamos convidados a participar, o faremos de bom grado, desde que todas as decisões priorizem o bem estar dos cães do campus.

Devemos lembrar que não há nenhuma garantia real, ou seja, continuamos mobilizados e alertas. Existe uma diferença básica entre a visão administrativa de uma Universidade e a visão humanitária dos protetores. Ambas podem caminhar juntas, mas em um determinado ponto não há negociação: a prioridade tem que ser os animais.

Não queremos ser afastados, pois oferecemos aos cães o suporte emocional que nenhum trabalho institucionalizado poderia oferecer, pois trabalhamos unicamente por amor, sem nenhum interesse oculto. Seria fácil se nos afastassemos do problema - protetores em dificuldades não faltam, existem cães abandonados em todas as partes da cidade e procuramos ajudar a todos que podemos, mas temos um vínculo com estes animais e temos o direito de nos preocupar com o futuro deles. Acompanhamos as histórias de todos desde o início, recuperamos muitos animais que teriam sido simplesmente descartados em uma primeira avaliação (aliás, o mascote dessa campanha deveria ser o Lucky - foi um trabalho árduo recuperá-lo de uma doença classificada como "sem tratamento" e hoje ele se apresenta com plenas chances de ser adotado. E creio que teremos boas notícias em breve para ele).

Vídeos do Lucky, na ordem:
05/11/2008 - http://www.youtube.com/watch?v=a4DsTBm3zPA&feature=related
11/04/2009 - http://www.youtube.com/watch?v=QbJ2cjdbtMU&feature=related
31/05/2009 - http://www.youtube.com/watch?v=e5XTxBTKQgM&feature=related

Gostaríamos também de deixar claro que quando nos referimos à FMVZ, estamos falando da administração. De decisões administrativas e não veterinárias. Quanto aos alunos, só temos a agradecer, pois muitos fazem parte de nosso corpo de voluntários e só acrescentam ao nosso trabalho. Esperamos que todos mantenham o espírito que os motivou a cursar essa faculdade, que tenham foco nos animais, sempre, que sejam idealistas e loucos pelos bichos, assim como nós. Muitos de nós gostariam de estar em seus lugares e não puderam, então vocês representam um pouco de nós no mundo.

Por fim, gostaríamos de agradecer por toda ajuda e apoio recebidos de nossos voluntários e amigos. Sem vocês sequer teríamos começado com tudo isso. O Projeto todo depende de vocês e pudemos perceber e nos comover com a dedicação. Sabemos que contamos com amigos de verdade nesse meio, pessoas que lutam pela mesma causa e que não querem nada em troca, exceto o bem estar dos animais. Vocês são muito especiais e estão fazendo a diferença no mundo.

Agradecemos também a cobertura dos meios de comunicação. A lista de notícias e sites que divulgaram o assunto está logo abaixo.

Agradecimento especial às ONGs e grupos de ajuda aos animais que se empenharam em colaborar conosco. Contem conosco sempre que precisarem!

E, claro, voluntários HERÓIS que estiveram conosco e encararam um frio de rachar no começo da noite de ontem, dispostos a ficar até segunda-feira à tarde esperando por uma reunião... lembrem-se de ficar atentos e mobilizados, pois ainda não temos garantias. Foi apenas o primeiro passo, falta todo o resto da caminhada.

Manteremos a todos informados conforme aparecerem novidades. As fotos da manifestação estão em nossa página no orkut e os vídeos em nosso canal no youtube:
http://www.youtube.com/user/videospatinhasonline

E a manifestação começa....

Uma caminhada até a reitoria, deixando bem claro o que queremos =)

Chegando na reitoria, fizemos um bom barulho. Precisamos de atenção, pô, será que ninguém percebe?

Uma corrente de canções, orações, e com direito ao Hino Nacional cantado em latidos. Só a gente mesmo...

E no final, pedimos sim. E de joelhos.

sábado, 1 de maio de 2010

notícias dos amiguinhos do canil da USP

Oiii .meus amigos os peludos da USP , TEM AINDA UMA CHANCE!
veja a reportagem






Estudantes, voluntários e cachorros participaram de manifestação.
Local já cuidou de cerca de 1.700 animais.

Do G1 SP

Um protesto contra o fechamento de um canil dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP) mobilizou cerca de 100 pessoas na tarde desta sexta-feira (30) na Cidade Universitária, Zona Oeste de São Paulo.Um protesto contra o fechamento de um canil dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP) mobilizou cerca de 100 pessoas na tarde desta sexta-feira (30) na Cidade Universitária, Zona Oeste de São Paulo. No canil, estudantes da universidade e voluntários do grupo Patinhas Online recolhem e fornecem tratamento veterinário a cães, gatos e tartarugas, dentre outros animais abandonados no campus. Na segunda-feira (26), um cartaz afixado na coordenadoria da universidade dizia que o canil seria desativado. O local já cuidou de aproximadamente 1.700 animais desde sua abertura, em 2002. Procurada pelo G1, a USP diz que o cartaz afixado na coordenadoria elenca os vários pontos estratégicos que serão debatidos pelo conselho gestor do campus, entre eles o desativamento do canil. De acordo com a universidade, o canil permanecerá funcionando normalmente. (Foto: Bruno Araújo/G1)



Um protesto contra o fechamento de um canil dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP) mobilizou cerca de 100 pessoas na tarde desta sexta-feira (30) na Cidade Universitária, Zona Oeste de São Paulo. No canil, estudantes da universidade e voluntários do grupo Patinhas Online recolhem e fornecem tratamento veterinário a cães, gatos e tartarugas, dentre outros animais abandonados no campus. Na segunda-feira (26), um cartaz afixado na coordenadoria da universidade dizia que o canil seria desativado. O local já cuidou de aproximadamente 1.700 animais desde sua abertura, em 2002. Procurada pelo G1, a USP diz que o cartaz afixado na coordenadoria elenca os vários pontos estratégicos que serão debatidos pelo conselho gestor do campus, entre eles o desativamento do canil. De acordo com a universidade, o canil permanecerá funcionando normalmente. (Foto: Bruno Araújo/G1)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

convulção em cães como agir?

Convulsão em cachorros: como agir


A convulsão pode acusar muitas doenças, e não só epilepsia, em seu cachorro. Nessa hora de tanto tremor, que não é brinquedo, veja como agir

Para alguns bichos, não precisa muito para o cérebro entrar em pane. Basta um susto provocado por rojões, trovões ou uma superagitação dentro de casa para que o animal sofra uma intensa descarga elétrica na massa cinzenta. Daí, começa a tremer, salivar e se comportar de maneira assustadora aos olhos do dono. Essa é a descrição de uma crise convulsiva.

Por trás da reação, há uma série de causas — um trauma na cabeça, uma intoxicação por produto químico, a falta de glicose no sangue, mais frequente em filhotes e cães diabéticos, ou ainda um tumor cerebral ou uma doença congênita como a epilepsia. “O pior é que não há jeito de prever uma crise, porque não há exames que detectam isso antecipadamente”, diz o veterinário Paulo Salzo, da Universidade Metodista, em São Paulo. Se acontecer na sua casa, a dica é: assim que o animal parar de convulsionar — e uma baita convulsão dura no máximo cinco minutos —, leve-o ao especialista para investigar o que causou o curto-circuito cerebral. Lembre-se de relatar se o bicho comeu algo diferente, se ingeriu algum produto químico, se levou um tombo... Toda informação é preciosa.

Raças como pastor alemão, poodle, labrador, pit bull e husk siberiano têm maior predisposição à epilepsia. Para ajudar no diagnóstico, vale tentar ver se os pais do seu cachorro não eram epiléticos, já que a doença é hereditária. Descartada essa hipótese específica, a crise pode alertar para outros males. E, aí, vários exames são necessários. Os de sangue, por exemplo, podem acusar uma hipoglicemia.

“Seja qual for a causa, o tratamento desse transtorno tem que começar pelo uso de anticonvulsivantes, remédios que irão normalizar as ondas cerebrais e que existem na forma de comprimidos, xaropes ou gotas. A escolha, no caso, dependerá da aceitação do animal”, explica o veterinário Marcelo Quinzani, do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo.

Se for constatada a epilepsia, o tratamento anticonvulsivante seguirá para o restante da vida. Se for descoberta a hipoglicemia, o remédio deverá ser associado a outro para manter as taxas de açúcar na circulação em ordem e evitar novas convulsões.

“De qualquer maneira, a supervisão de um profissional deverá ser intensificada”, alerta Salzo. Recomenda-se levar o cachorro que já convulsionou para uma consulta a cada seis meses. Em cada visita, o profissional irá reavaliar a dosagem do anticonvulsivante no caso da epilepsia, por exemplo. Sem contar que, com o passar dos anos, sujeito à medicação diária, o bicho pode ter efeitos colaterais como aumento de peso e problemas no fígado — e o veterinário estará de olho nisso.

Inauguração do blog:Di Westt

Oiii ,aqui quem fala é a judy a west mais liinda do mundo que a mamãe amaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
amaaaaaaaaaaaaaaaaaaa,de paixão..
Este blog é para eu escrever coisas legais e às vezes posso até chamar o tutto ou a bella para escrever .
Bom vim dizer que também tenho um amiguinho para adoção :

Oi, gente,

Antes de tudo, eu gostaria de agradecer, do fundo do coração, as mensagens carinhosas e de apoio enviadas após a morte do Gonçalo. Vocês são muito fofos.
Estou reunindo os meus caquinhos porque a vida continua e muitos bichinhos precisam de mim...
Hoje eu acordei, fui ao quartinho onde hospedo gatos em gaiolinha, abracei e beijei muito cada um deles. Há 4 semanas eu mantive a minha e a vida deles em “hold” por conta do Gonçalito...


Bom, este post é para pedir ajuda para encontrar um lar para o Dudu, que é tão lindo que é um “gato” de cachorro. rsrsrs




Eu o encontrei na porta do meu trabalho na quinta passada.
Uma amiga o viu ser atropelado horas antes, cruzando a rua Vergueiro (altura do Centro Cultural, entre os metrôs Paraíso e Vergueiro). Ele estava caído, com dor na patinha.
Felizmente não houve fratura e ele está bem. O hemograma deu ok, sem sinal de doenças.
Amanhã ele será castrado e sábado vacinado. Preciso muito encontrar um lar para ele.

Tentei levá-lo para a minha casa no sábado passado, mas com tantos gatos não deu certo.

Ele gosta dos gatos o problema é que os gatos não gostaram dele e não existe um cantinho em casa desocupado.
Então este é mais um para quem estou pagando hotelzinho.

Se souberem de alguém que queira o cachorro mais bonzinho do planeta, me avisem!

Ele tem cerca de 3 anos, estava de coleira (dessas zuadas, emendadas com arame) preta e adora companhia. Com certeza já teve dono.

Parece grande, mas é que a foto foi tirada de perto. A Dra Angélica disse que ele é pequeno porte. Ele é mais baixo que um Cocker e pesa
10 kg.

Obrigada!